Alexandre, o grande, trouxe-o das Indias.
Diz um antigo provérbio "onde cresce manjericão, o mal não cresce".
Esta erva estaria ligada à tradição cristã porque teria crescido no local onde a cruz de Cristo fora enterrada, onde Cristo fora crucificado. É por isto que o manjericão é distribuído nas igrejas na Festa de exaltação da Cruz, em 14 de setembro.
Seu nome científico é Ocimum Basilicum e pertende à família das labiatáceas, sendo também conhecida como erva de São José.
Suas folhas possuem óleos essenciais, responsáveis por seu aroma agradável agradável . Possue propriedades terapêuticas e relaxantes.
O rei das ervas
Alexandre, O Grande, levou o manjericão para a Grécia quando de sua campanha na Índia. Lá é o país de origem dessa herva que é considerada sagrada pelos hindus.
Hoje em dia há mais de 60 espécies de manjericão.
Conta-se que quando Santa Helena chegou à Palestina para encontrar a cruz de Cristo, viu um arbusto do qual emanava um forte aroma. Interpretou isso como um sinal divino e começou a cavar em sua rais onde, finalmente, encontrou o símbolo sagrado do Cristianismo.
Provavelmente e daí que surgiu o costume cristão de levar manjericão à igreja no dia 14 de setembro, dia da Vigília Pascal.
Pelo contrário, os antigos gregos consideravam seu forte odor uma maldição. Não a tinham em alta estima pois consideravam-na a planta preferida dos escorpiões, que faziam ninhos sob suas folhas.
Os romanos a consideravam uma poção do amor, os egípcios a utilizavam juntamente com outras plantas no embalsamento e os gauleses em cerimônias de purificação, junto com água da nascente.
Na Grécia o manjericão é considerado a planta do verão e está associada á boa sorte.
Fonte : mixanitouxronou.gr


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