terça-feira, 9 de outubro de 2012

Alcachofras à la Polita-Aguinares avgolemono


Ingredientes
8 alcachofras
1 xícara de azeite
1 cebola picada
4 cebolinhas picadas
2 cenouras cortadas em rodelas
3 batatas cortadas em quatro
100 g de ervilha congelada (opcional)
1/2 xícara de dill picadinho
sal
pimenta do reino
1 ovo
1/4 xícara de suco de limão

Modo de fazer

Limpar as alcachofras, cortando as pétalas duras e deixando só o coração bem limpinho e sem as sedas do fundo. Esfregar limão nas alcachofras para elas  não escurecerem. Deixá-las em água com um pouco de limão até serem usadas, para que não escureçam.
Aquecer o azeite numa panela, juntar a cebola e a cebolinha e refogar levemente. Juntar as cenouras para refogarem também.
Juntar as alcachofras, as batatas, o dill, as ervilhas. Temperar com sal e pimenta do reino e juntar um copo de água quente. Tampar a panela e deixar cozinhar em fogo brando, por mais ou menos 30 minutos, até amolecerem as alcachofras e as batatas, mas tendo ainda se formado um molho com os líquidos. Se precisar mais água, deve ser acrescentada.
Fazer um molho de ovo e suco de limão (avgolemono) da seguinte maneira: Bater bem um ovo, juntar o suco de limão e misturar bem. Juntar bem devagar, às colheradas o líquido quente da panela. É importante que isso seja feito bem devagar, para que o molho não empelote. Acrescentar esse molho na panela, sem mexer com colher, mas sim movimentando a panela para que o molho se distribua por igual. Retirar a panela do fogo.
Para quem não gosta de avgolemono, pode fazer um molho com maizena e limão da seguinte maneira: Dissolva bem 1 colher se sopa de maizena em 1/4 xícara de suco de limão e junte esse molho sobre as alcachofras, movimentando a panela para que o molho se espalhe bem, e deixe ferver mais um pouquinho até engrossar o caldo.
Esse prato pode ser servido quente ou mesmo frio. Acompanhe com azeitonas pretas.




segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Tony Bennett




Anthony Dominick Benedetto, nascido em 13 de agosto de 1926 em Astoria, NY, EUA.
Filho de pai italiano e mãe americana, está em atividade desde os anos 50.
Inspirou-se em Louis Armstrong, Bing Crosby, Enrico Caruso e Jimmy Durante e recebeu do seu ídolo máximo, Frank Sinatra, a classificação de maior cantor do mundo. Com a filosofia de apostar na qualidade e fazer música para toda a família, e não para nichos específicos, ganhou 16 prêmios Grammy.No início dos anos 2000, Bennett atingia a média de uma centena de shows por ano, com um cachê médio de 50 mil dólares por apresentação.Registrava a marca de mais de 50 milhões de discos vendidos, em cinco décadas de carreira.
Pintor desde a adolescência, ele desenvolve uma carreira paralela de artista plástico que lhe rendeu prestígio e reconhecimento de críticos,museus e galerias, com desenhos avaliados na faixa de 80 mil dólares.Mesmo assim, com milhões de dólares na conta bancária, vive uma vida razoavelmente modesta, para uma celebridade.Usa roupas ded qualidade, viaja de primeira classe mas mora num apartamento alugado e, sua terceira esposa, com quem se casou em 2008, é uma professora.Quando se trata de conta bancária, usa filosofia de um gentleman: “Um dos toque de classe que os cantores devem ter é nunca falar sobre dinheiro”.Divorciado duas vezes, é pai de quatro filhos que trabalham com ele.
Defensor de causas como a dos direitos humanos e a luta contra toda forma de preconceito e racismo, fundou a escola de arte para jovens carentes e de a ela o nome de Frank Sinatra. Contribui rotineiramente, para instituições e projetos que considera nobres e necessários.Um artista do bem.
 Frases de Bennett:
-“O que me incentiva a fazer uma interpretação é fazer com que as pessoas digam: “Deus eu amo essa música”. É essa minha recompensa”.
-“Sinatra me disse: “Não se preocupe com o dinheito. Venha com qualidade que o dinheiro vem”.”
-“Não gosto de desapontar o público. E sempre vou cantar músicas inteligentes, porque elas não subestimam a plateia como se fosse um bando de idiotas para quem se pode dar um lixo qualquer”.

É admirável perceber o respeito que esse artista tem por seu público,o que hoje está meio em extinção ,dada a péssima qualidade da música em geral,com raras e honradíssimas exceções.


Pintura de Tony Bennett-Porto Grego.



domingo, 7 de outubro de 2012

Affonso Romano de Santanna



Hoje decidi falar um pouco sobre esse homem multifacetado,um grande intelectual, grande escritor: Affonso Romano de Santanna.

Affonso Romano de Sant' Anna (Belo Horizonte MG, 1937) formou-se bacharel em Letras Neolatinas na Faculdade de Filosofia da UFMG, em 1962. Em 1964, tornou-se doutor em Literatura Brasileira pela UFMG, com tese sobre Carlos Drummond de Andrade. No ano seguinte seria publicado seu primeiro livro de poesia, Canto e Palavra. Na época, já trabalhava como colaborador em periódicos como Estado de Minas Gerais, Diário de Minas, Tendência e Leitura. Entre 1970 e 1983 foi diretor do Departamento de Letras e Artes da PUC/RJ, onde organizou a Expoesia (1973), espaço de encontro das novas correntes poéticas da década de 1970. Na década seguinte foi professor na Universidade do Texas (Estados Unidos), na Universidade de Colônia (Alemanha) e na Universidade de Aix-en-Provence (França). Entre 1990 e 1996 foi presidente da Fundação Biblioteca Nacional. Publicou vários livros de ensaios e crônicas. A poesia de Affonso Romano de Sant’Anna, de tendência contemporânea, é influenciada pela obra de Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Mário de Andrade. Para o crítico Donaldo Schuller, “a palavra, por construir, por reunir, por contestar, tem nos versos de Affonso ressonância helênica, traço de união entre corpos, entre o corpo e o universo.”.

Um texto que me encantou foi o "Mulher Madura" que passo para vocês logo abaixo:
  
A Mulher Madura
Affonso Romano de Sant'Anna

O rosto da mulher madura entrou na moldura de meus olhos.
De repente, a surpreendo num banco olhando de soslaio, aguardando sua vez no balcão. Outras vezes ela passa por mim na rua entre os camelôs. Vezes outras a entrevejo no espelho de uma joalheria. A mulher madura, com seu rosto denso esculpido como o de uma atriz grega, tem qualquer coisa de Melina Mercouri ou de Anouke Aimé.
Há uma serenidade nos seus gestos, longe dos desperdícios da adolescência, quando se esbanjam pernas, braços e bocas ruidosamente. A adolescente não sabe ainda os limites de seu corpo e vai florescendo estabanada. É como um nadador principiante, faz muito barulho, joga muita água para os lados. Enfim, desborda.
A mulher madura nada no tempo e flui com a serenidade de um peixe. O silêncio em torno de seus gestos tem algo do repouso da garça sobre o lago. Seu olhar sobre os objetos não é de gula ou de concupiscência. Seus olhos não violam as coisas, mas as envolvem ternamente. Sabem a distância entre seu corpo e o mundo.
A mulher madura é assim: tem algo de orquídea que brota exclusiva de um tronco, inteira. Não é um canteiro de margaridas jovens tagarelando nas manhãs.
A adolescente, com o brilho de seus cabelos, com essa irradiação que vem dos dentes e dos olhos, nos extasia. Mas a mulher madura tem um som de adágio em suas formas. E até no gozo ela soa com a profundidade de um violoncelo e a sutileza de um oboé sobre a campina do leito.
A boca da mulher madura tem uma indizível sabedoria. Ela chorou na madrugada e abriu-se em opaco espanto. Ela conheceu a traição e ela mesma saiu sozinha para se deixar invadir pela dimensão de outros corpos. Por isto as suas mãos são líricas no drama e repõem no seu corpo um aprendizado da macia paina de setembro e abril.
O corpo da mulher madura é um corpo que já tem história. Inscrições se fizeram em sua superfície. Seu corpo não é como na adolescência uma pura e agreste possibilidade. Ela conhece seus mecanismos, apalpa suas mensagens, decodifica as ameaças numa intimidade respeitosa.
Sei que falo de uma certa mulher madura localizada numa classe social, e os mais politizados têm que ter condescendência e me entender. A maturidade também vem à mulher pobre, mas vem com tal violência que o verde se perverte e sobre os casebres e corpos tudo se reveste de uma marrom tristeza.
Na verdade, talvez a mulher madura não se saiba assim inteira ante seu olho interior. Talvez a sua aura se inscreva melhor no olho exterior, que a maturidade é também algo que o outro nos confere, complementarmente.  Maturidade é essa coisa dupla: um jogo de espelhos revelador.
Cada idade tem seu esplendor. É um equívoco pensá-lo apenas como um relâmpago de juventude, um brilho de raquetes e pernas sobre as praias do tempo. Cada idade tem seu brilho e é preciso que cada um descubra o fulgor do próprio corpo.
A mulher madura está pronta para algo definitivo.
Merece, por exemplo, sentar-se naquela praça de Siena à tarde acompanhando com o complacente olhar o vôo das andorinhas e as crianças a brincar. A mulher madura tem esse ar de que, enfim, está pronta para ir à Grécia. Descolou-se da superfície das coisas. Merece profundidades. Por isto, pode-se dizer que a mulher madura não ostenta jóias. As jóias brotaram de seu tronco, incorporaram-se naturalmente ao seu rosto, como se fossem prendas do tempo.
A mulher madura é um ser luminoso é repousante às quatro horas da tarde, quando as sereias se banham e saem discretamente perfumadas com seus filhos pelos parques do dia. Pena que seu marido não note, perdido que está nos escritórios e mesquinhas ações nos múltiplos mercados dos gestos. Ele não sabe, mas deveria voltar para casa tão maduro quanto Yves Montand e Paul Newman, quando nos seus filmes.
Sobretudo, o primeiro namorado ou o primeiro marido não sabem o que perderam em não esperá-la madurar. Ali está uma mulher madura, mais que nunca pronta para quem a souber amar.
O texto acima foi extraído do livro "A Mulher Madura", Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1986, pág. 09.


É também um grande poeta, apesar de desconhecido pela grande maioria.Um de seus lindos poemas:

Arte-final

Não basta um grande amor

para fazer poemas.
E o amor dos artistas, não se enganem,
não é mais belo
que o amor da gente.
O grande amante é aquele que silente
se aplica a escrever com o corpo
o que seu corpo deseja e sente.

Uma coisa é a letra,
e outra o ato,

– quem toma uma por outra
confunde e mente
O grande amante é aquele que silente
se aplica a escrever com o corpo
o que seu corpo deseja e sente.
Uma coisa é a letra,
e outra o ato,

– quem toma uma por outra
confunde e mente
Uma coisa é a letra,

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

ouzo-bebida típica grega.


                                           
                                                          Hoje falarei um pouco da bebida típica grega que.geralmente acompanha os mezedes (petiscos ou tira gostos).Não se tem certeza de quando se produziu o primeiro Ouzo destilado. Foi criado à partir do Tsipouro, já existente desde o século XIV e consumido por gregos e turcos.O ouzo passou a ser produzido em grande quantidade à partir do séc.XIX.O ouzo é fábricado com alcóol puro e ervas diversas principalmente o anis.Para ter melhor qualidade é novamente destilada essa mistura e colocada em "repouso" durante anos ,o que torna a bebida mais suave.O teor alcóolico mínimo deve ser de 37,5 % em volume.Só é produzido na Grécia e em Chipre e tem um teor de açúcar de 50 g/l.Na Europa Central, o ouzo é bebido bem gelado e também usado em cocktails.Por outro lado, na Grécia, é servido com água e gelo,na maioria das vezes .Dificilmente é tomado puro.Para mim é "tiro e queda",por isso misturo mais água!
Olhem só.Isso é petisco de praia ,na Grécia...Tudo de bom,dessa vez com Tsipouro.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Briam-prato com vegetais















                                                                    BRIAM


Esta é uma das receitas favoritas no verão grego.Cheia de aromas de vegetais frescos e ervas. É fácil de fazer e você pode substituir ou adicionar todos os vegetais que você gosta. Você pode servi-lo quente ou frio.


ingredientes
• 4 tomates
• 1/2 xícara de azeite
• 2 colheres de sopa de vinagre de vinho tinto
• 2 colheres de sopa de açúcar branco
• 1/3 xícara de salsa fresca picada
1/3 xícara de hortelã fresca picada
1/3 xícara de manjericão fresco picado
• 2 colheres de sopa de orégano fresco
• 1/4 xícara de alcaparras
2 dentes de alho
sal e pimenta a gosto

• 2 colheres de sopa de azeite de oliva
2 cebolas cortadas
• 2 batatas em rodelas
2 berinjela, cortada
• 3 abobrinha, cortada
• 3 pimentões, cortado
• 2 xícaras de quiabo

instruções
1. Pré-aqueça o forno a 350 graus F (175 graus C). Coloque três dos tomates, o óleo 1/2 xícara de oliva, vinagre de vinho tinto, açúcar, salsa, hortelã, manjericão, orégano, alcaparras, alho e na tigela de um processador de alimentos e processo para criar um molho de tomate fresco. Tempere com sal e pimenta do reino e reserve. Pique o tomate restante e reserve.
2. Aqueça a 2 colheres de óleo de oliva em uma frigideira em fogo médio e cozinhe e mexa as cebolas até ficarem ligeiramente dourados, cerca de 10 minutos.
3. Misture a cebola, batata, berinjela, abobrinha, pimentão, quiabo, o tomate picado, reservada eo molho de tomate fresco, e coloque a mistura em uma assadeira  grande . Se necessário, acrescente um pouco de água para que os legumes estejam cobertos com molho.
4. Asse no forno pré-aquecido até que todos os legumes estejam macios, cerca de 1 hora.
• Enquanto cozinha, adicione água se necessário, mas tenha em mente que o alimento fique relativamento seco no final.



terça-feira, 2 de outubro de 2012

Joseph Pilates



Joseph Pilates nasceu em Mönchengladbach, Alemanha. Seu
pai era um ginasta campeão de ancestralidade grega, e sua mãe praticava medicina natural. A família paterna originalmente soletrava o sobrenome à maneira grega como "Pilatu" mas mudou para "Pilates" na imigração para a Alemanha
Pilates foi uma criança doente, e sofria de asma, raquitismo e febre reumática, o quê o levou a dedicar a vida inteira em melhorar sua força física. Além de esquiar frequentemente, ele estudou e praticou fisiculturismo, ioga, qigong, e ginástica. Aos catorze anos, ele exibia forma suficiente para posar como modelo de anatomia. Pilates acreditava que o estilo de vida "moderno", má postura, e respiração ineficiente eram as raízes de uma péssima saúde. Ele acabou por desenvolver uma série de exercícios e técnicas de treinamento, além dos equipamentos, especificações e engenhocas para ensinar os métodos corretamente.
Pilates ganhava a vida como ginasta, mergulhador e fisiculturista, mas ao mudar-se para a Inglaterra em 1912, ele trabalhou como boxeador profissional, artista circense, e treinador de defesa própria na Scotland Yard. Mesmo assim, as autoridades britânicas o prenderam durante a Primeira Guerra Mundial juntamente com outros cidadãos alemães no campo de Isle of Man. Durante essa parada involuntária, ele intensificou o desenvolvimento de um sistema complexo e integrado de exercícios físicos, que ele nomeou de "Contrologia". Ele estudou Ioga e os movimentos dos animais e treinou seus companheiros prisioneiros nos exercícios. Aparentemente, todos sobreviveram à Gripe Espanhola, em 1918, devido à excelente forma física.
No navio para a América, ele conheceu a esposa Clara. O casal abriu um estúdio em Nova Iorque e ensinaram e supervisionaram seus estudantes até a década de 1960. O método "Contrologia" encorajava o usa da mente para controlar os músculos. Foca a atenção em músculos centrais da postura que ajudam o corpo humano a manter o balanço e dão suporte à espinha. Particulamente, os exercícios Pilates prestam atenção à respiração e alinhamento da espinha, e fortalecimento dos músculos do tronco e abdômen.
Joseph e Clara Pilates rapidamente estabeleceram seguidores devotos no cenário local de dança e artes performáticas de Nova Iorque. Dançarinos famosos, como George Balanchine, que chegou aos Estados Unidos em 1933, e Martha Graham, moradora de Nova Iorque desde 1923, constantemente enviavam seus estudantes a Pilates para treinamento e reabilitação.
Além de autor de livros, Joseph foi um profílico inventor, com 26 patentes em seu nome.
Joseph Pilates faleceu em 1967, aos 83 anos, na cidade de Nova Iorque.


Joseph Pilates aos 52 e aos 82 anos de idade.




segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Yanni




Nascido em Kalamata, Grécia,em 1954, filhos de Sotiri e Felitsa Chryssomallis. 
Segundo de três irmãos. Compartilhando um amor profundo pela música, a família passou a maior parte de seu tempo cantando junto..
Os pais de  Yanni proporcionaram-lhe uma vida típica grega . Ele cresceu pescando,nadando e indo à escola como qualquer outro menino de sua cidade, com uma exceção. Yanni nasceu para compor música. Ele começou a tocar piano aos seis anos de idade, mas ele se recusou a ter aulas de piano formais. Ele tinha uma certa liberdade na música que e o peso da aprendizagem poderia tê-lo esmagado..
 A música não era único talento de Yanni. . Em 1969, com a idade de 14 anos, Yanni quebrou o recorde da natação nacional grega para o evento masculino estilo livre de 50 metros.  Embora ele pudesse ter perseguido essa habilidade,  ele escolheu percorrer um caminho diferente, que acabou levando-o a partilhar o seu dom musical com o mundo.
 Sua infância na Grécia e seu amor por seu país natal, deu a Yanni  inspiração para compor canções como "Santorini", "Nostalgia" e "Acroyali".
. Em 1972, com o incentivo de seus pais, Yanni deixou sua terra natal para estudar na Universidade de Minnesota. Tocou em bandas de rock locais e começou a desenvolver seu estilo pessoal musical com piano e teclados eletrônicos para criar novos sons.
Apesar de uma nova cultura, um novo clima, e uma nova linguagem, Yanni se formou na Universidade de Minnesota, em 1976, com um título de Bacharel em Psicologia.  Após a formatura, ele decidiu dedicar-se 100 % à música. Ele precisava entender melhor as forças motrizes artísticas que tinham sido uma parte tão grande de sua infância. Foi durante este ano que ele escolheu fazer da música a sua vocação.
 Yanni tocou teclados para Chameleon, uma banda de rock and roll que se tornou conhecida nas cidades gêmeas de Minneapolis e St. Paul. Minnesota,
Nessa fase,  Yanni teve convicção que seu futuro seria na música, e ele usou sua experiência com teclados eletrônicos para começar a criar suas próprias composições.
 Ele lançou dois álbuns e trabalhou em um terceiro antes de se mudar para Hollywood, a capital do cinema, onde gravou quatro trilhas sonoras de filmes e lançou 3 álbuns mais.  Em 1990, o Dallas Symphony Orchestra acompanhou Yanni em concerto, acrescentando uma nova dimensão ao seu estilo único e um prelúdio do que estava por vir.
 Ele recebeu indicações para o Grammy de "Dare to Dream" e "In My Time", em que a coleção de peças para piano  passou a vender mais de um milhão de cópias. Cada ano trouxe uma turnê mais extensa, espaços maiores e um maior número de fãs. Escolhia a dedo os integrantes da banda que iria acompanhá-lo em suas viagens e, finalmente, criou uma orquestra sinfônica inteira.. Yanni fez turnês internacionais pela primeira vez, apresentando a sua música ao vivo em alguns locais mundialmente famosos, como o Templo Toji em Kyoto, Japão, Royal Albert Hall, em Londres, e na Acrópole, em sua terra natal, a Grécia.
. Yanni prosseguiu e tinha como desafio maior de sua carreira tornar-se o primeiro artista ocidental a se apresentar tanto no Taj Mahal, na Índia quanto na Cidade Proibida, na China.  Com o sucesso da apresentação,Yanni doou a renda do show para preservação do Taj Mahal.

Agora em outubro teremos apresentações do Yanni em várias capitais do Brasil.
Ouçam alguns dos seus grandes sucessos: